Domingos de manhã passeados com vagar, fotografias, impressões e confidências feitas à cidade de Coimbra, suas casas e seus casos, seu rosto vivo, suas lágrimas e sorrisos.

Acerca de mim

01 março 2008

Se falo de passear Coimbra num fim de tarde, é nisto que estou a pensar:

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falta foto, desculpas

numa tarde de luz tão ternamente atlântica


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uma multidão de gaivotas descansa sobre o artificial Mondego



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caminhar é preciso!...



E já agora, a respeito da baixa de Coimbra:
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A única coisa que a baixa de Coimbra não precisa é de que venha acrescentar-me ao número daqueles que tão lamentosamente debatem a sua decadência.
Só me ocorre dizer que, para além de todos os problemas que são ventilados por muitas outras pessoas muito melhor do que eu, a baixa também é uma questão de opção e de cidadania.
Se quiser ir à baixa, vou.
Se a oferta de serviços, se os locais de convivência e de cultura, se os estabelecimentos com rosto humano me convierem, porque não na baixa?
E é isso que faço, em dia de Sábado à tarde, a pé e levando comigo (além da melhor companhia…) aquele vagar que também inclui olhos para ver as coisas como se fosse pela primeira vez.

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1 comentário:

T.P disse...

Olá

Ainda que não tenha nascido em Coimbra,certo é que desde os meus 5 ou 6 anos aqui permaneço,com algumas interrupções à mistura.
Gosto da cidade,especialmente da qualidade de vida que proporciona:sáude, algum lazer,proximidade entre os nossos locais do dia -a -dia.
Todavia, existem contras----a mesquinhez de visões e comportamentos ....o centralismo de Lisboa .....núcleos sociais e profissionais muito fechados em si ( as chamadas capelas "
Mas, restam-nos as águas do mondego ..lá isso é verdade !!!

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